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O CEO da Portuguesa SAF, Alex Bourgeois, publicou nesta quinta-feira (25) um novo texto em sua conta no LinkedIn sobre a proposta de aumento da carga tributária para as Sociedades Anônimas do Futebol. No dia anterior, ele já havia criticado a possibilidade de elevação da alíquota de 4% para 8,5%, alegando que a medida poderia sufocar o modelo recém-implantado no país.
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Desta vez, Bourgeois afirmou que a iniciativa do governo federal representa uma punição a quem está em dia com as obrigações. Ele destacou que as SAFs têm recolhido impostos, quitado dívidas e mantido investimentos, enquanto associações ainda acumulam bilhões em débitos e continuam atuando normalmente.
Segundo o dirigente, a mensagem transmitida pelo poder público é perigosa, pois desestimula quem cumpre a lei e protege quem não paga. Para ele, o impacto seria direto no fluxo de investimento, na geração de empregos e até em projetos sociais mantidos pelos clubes.
O CEO defendeu que o Estado concentre esforços em cobrar os inadimplentes e garantir condições justas de competitividade. “Se punirmos quem está pagando em dia e continuarmos passando a mão na cabeça de quem não paga, o recado será claro: neste país, vale mais ser inadimplente do que cumprir a lei”, escreveu.
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