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O CEO da SAF da Portuguesa, Alex Bourgeois, utilizou seu perfil no LinkedIn para criticar a proposta do governo federal de elevar a carga tributária das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) de 4% para 8,5%. Segundo ele, a medida é “inoportuna e perigosa”, pois pode comprometer um modelo que ainda está em consolidação no país.
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Em sua avaliação, as SAFs foram criadas justamente para dar fôlego a clubes endividados, permitindo renegociação de dívidas, salários em dia e investimentos em infraestrutura e categorias de base. Bourgeois ressaltou que, apesar dos avanços já visíveis, o processo ainda é frágil e precisa de tempo e estabilidade para amadurecer.
O dirigente também destacou que o futebol brasileiro movimenta cerca de R\$ 60 bilhões por ano e gera milhares de empregos, sendo ainda um dos principais canais de mobilidade social para jovens das periferias. Um aumento de impostos, nesse momento, representaria cortes em contratações, investimentos e até projetos sociais atrelados ao esporte.
Por fim, Bourgeois alertou para o risco de fuga de investidores e patrocinadores para mercados mais previsíveis, como Portugal, Espanha e Estados Unidos. Para ele, o Estado ganharia mais estimulando o fortalecimento do setor, ampliando a arrecadação com o crescimento da atividade, em vez de adotar medidas que possam inviabilizar o modelo recém-implementado.
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