
Receba as principais notícias da Portuguesa no seu WhatsApp!
A Portuguesa enfrenta obstáculos para iniciar as obras de reforma do estádio do Canindé, avaliadas em R$ 700 milhões. Segundo publicação do Estadão, parte do terreno onde o clube, a SAF e a Revee planejam a nova arena pertence à Prefeitura de São Paulo e ainda não tem o uso regularizado. A situação, no entanto, já era conhecida desde antes da assinatura da SAF.
+ Treinador do sub-20 destaca confiança do time da Lusa antes de partida contra o Referência
De acordo com a reportagem, a concessão da área pública ainda depende de ajustes e contrapartidas exigidas pelo município, como a abertura de novas ruas, alargamento de vias no entorno e a construção de uma ciclopassarela sobre o rio Tietê. A Portuguesa apresentou uma contraproposta para viabilizar apenas uma das obras, mas a análise segue em andamento.
O Canindé ocupa uma área de 110 mil metros quadrados, sendo metade em terreno próprio do clube e metade em área municipal. Em alguns trechos, a irregularidade na ocupação é apontada desde a década de 1980. A regularização só começou a ser discutida formalmente em 2021, antes mesmo da criação da SAF.
A prefeitura estuda a proposta enviada pela Portuguesa e ainda não há definição sobre os próximos passos. A expectativa do clube-empresa era iniciar a construção da nova arena em 2026, mas os trâmites burocráticos podem atrasar o cronograma.
Nem a SAF e nem a Revee se pronunciaram oficialmente sobre o caso.
Leia também:
- Lusa já tem 70% dos ingressos gratuitos resgatados para decisão no Canindé
- Adversário da Lusa, Marcílio Dias-SC está invicto fora de casa na Série D
- Carlos Lima prega respeito ao Marcílio Dias-SC antes de duelo no Canindé
- Lusa é campeã no futsal e jogadores celebram com "remada" da Noruega; assista
- Feminino sub-20 da Lusa é derrotado pelo Centro Olímpico e perde invencibilidade
Faça parte do Clube NETLUSA e navegue no site com menos anúncios. Além disso, você apoia o jornalismo lusitano independente.








