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A vitória da Portuguesa sobre o Nova Iguaçu por 1 a 0, no último sábado (7), no Canindé, ficou marcada por um episódio de tensão no segundo tempo. A confusão generalizada entre os jogadores das duas equipes após a expulsão do zagueiro Eduardo Biazus, da Lusa, e de Xandinho, da equipe carioca. Após a partida, o técnico Cauan de Almeida se manifestou sobre o ocorrido e fez duras críticas à arbitragem e ao comportamento do adversário ao longo do confronto.
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“Primeiro lamentar a confusão, né? Tem que lamentar muito confusão, mas a confusão só se deu porque a arbitragem perdeu o controle do jogo desde o princípio. Nós acabamos de ver ali o lance que pode ter startado tudo, né? O Biazus tomou um murro na nuca. Um lance sem a visão do árbitro, aos três minutos. O Nova Iguaçu veio para fazer o que fizeram. Então, veio pra fazer uma grande cera. No jogo lá no Rio de Janeiro eles deixaram de cortar a grama, deixaram a grama alta de propósito, anteciparam o jogo em uma hora para a gente enfrentar um grande calor. O vestiário estava imundo, imundo. Então assim, eu não entendo isso ainda, em pleno no 2025, confesso para vocês”, afirmou.
Apesar da tensão, Cauan reconheceu que o episódio serviu como mais uma lição para o elenco. “Isso está criando uma casca no nosso grupo. A equipe está entendendo a competição, está madura. Hoje foi um duelo direto e a gente se comportou como em mata-mata. Mesmo com a expulsão, soubemos reagir.”
Sobre a postura da comissão técnica diante da arbitragem, Cauan foi firme: “A gente só quer justiça. A gente só quer que o nível de arbitragem, independente da série, aumente. E acho que isso é uma das coisas que o presidente novo da CBF pautou bem, que é um dos top três lá dele é profissionalizar a arbitragem e isso vai transcorrer em todas as séries, a gente acredita que sim. Acho que a arbitragem paulista aqui ela é de altíssimo nível, independentemente do nível assim, eu vejo os árbitros paulistas sempre com excelentes intenções e muito mais bem preparados e acho que isso cabe a nós trabalhar bem a nível mental”, comentou o treinado, que frisou sobre o comportamento mental da equipe.
“Hoje, acho que vale ressaltar que a gente poderia ter um comportamento mental melhor no primeiro tempo. A gente teve momentos que gente exaltou um pouquinho o tom, mas, modéstia à parte, ele perdeu o controle mesmo desde o princípio do jogo e vários lances duvidosos. Assim, ficou complicado a gente, mediante o que a gente traz do jogo passado, para esse jogo se comportar, a gente vai procurar melhorar e trabalhar mentalmente para que a gente tenha que abstrair a arbitragem e fazer o que temos que fazer que é o jogo”
Com a vitória, a Portuguesa mantém a liderança do Grupo A6 e a invencibilidade no Canindé. A equipe volta a campo neste sábado (14), diante do Pouso Alegre-MG, fora de casa, pela nona rodada da Série D.
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