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A Portuguesa se movimentou após a ação do conselheiro Daniel Gil Gomes, que pediu a anulação da Assembleia Geral que aprovou a ata da reunião que chancelou a SAF.
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O departamento jurídico lusitano apresentou uma manifestação solicitando que não seja tomada qualquer decisão em caráter de urgência, a exemplo de uma liminar, antes de uma posição do clube. A informação é do jornalista Luiz Nascimento.
A Rubro-Verde também pediu que seja levado em conta a rejeição em uma ação parecida no final do ano passado. O conselheiro argumenta que o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) deveria participar da decisão pela aprovação da ata corrigida.
O COF, no entanto, não tem poder de decisão, o que fica sob responsabilidade do Conselho Deliberativo e da Assembleia Geral, que deram o aval para a conclusão da SAF. A transformação em clube-empresa e a venda de 80% à Tauá Partners estão concluídas.
Lembrando que, nas duas votações, a mudança foi aprovada com ampla tranquilidade. A Lusa, inclusive, já foi reconhecida como SAF na Federação Paulista de Futebol (FPF) e na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
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