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O ex-presidente da Portuguesa, Alexandre Barros, posicionou-se sobre a sua expulsão do Conselho Deliberativo do clube. Em reunião na última quarta-feira, os conselheiros votaram pelo banimento do ex-mandatário.
“Isso é racismo e perseguição. Mas quem vai resolver são os advogados. Agora entendo porque o Manuel da Lupa (ex-presidente) foi perseguido. Só depois que você senta na cadeira [de presidente] você entende por que”, disse a Sodate News.
A Comissão de Ética da Lusa revelou fraude na distribuição de títulos de sócios em 2019, durante a gestão de Barros. Por isso, apesar de duas abstenções, os conselheiros votaram pelo banimento do ex-mandatário. Já o seu vice-presidente, Manuel Reis, terá um prazo para se restabelecer de saúde e responder sobre a questão.
Além disso, a mesa diretiva do Conselho Deliberativo vai encaminhar à diretoria executiva os mais de 100 títulos de sócios que teriam sido distribuídos por Alexandre Barros. O objetivo é banir os nomes do clube e proibir a possibilidade de retornarem novamente como sócios.
Alexandre Barros presidiu a Lusa de 2017 a 2019. Durante sua gestão, o ex-presidente aterrou o tradicional parque aquático do clube, além de utilizar o terreno do areião para a construção da Feira da Madrugada.
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