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Presidente da Lusa explica projeto da arena e garante: “Ninguém quer vender o Canindé”

Antonio Carlos Castanheira foi o convidado do NETLUSA Debate e esclareceu sobre a construção da arena

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Foto: Ronaldo Barreto/NETLUSA

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O presidente da Portuguesa, Antonio Carlos Castanheira, foi o convidado do NETLUSA Debate da última quinta-feira. O mandatário rubro-verde falou, entre outros assuntos, sobre o projeto da arena.

O projeto, que iniciou em 2015 ainda na gestão de Jorge Manuel Gonçalves, busca a parceria com uma empresa para pagamento de todas as dívidas e a construção de um novo estádio.

“Será feito um modelo de sociedade entre a Portuguesa e um investidor, que receberá um retorno, que a gente define e pode ser de 20, 25 anos, para que possamos ter um clube novo, uma arena nova e, definitivamente, pagar esse passivo da Portuguesa que faz a gente estar amarrado há mais de 20 anos”, disse o presidente.

Castanheira ainda fez questão de ressaltar que não se trata de uma venda do Canindé, mas sim uma modernização, algo semelhante ao que ocorreu no Palestra Itália, hoje Allianz Parque, casa do Palmeiras.

“Vamos deixar bem claro: ninguém aqui quer vender o Canindé. O estádio precisa ser modernizado. O envolto dele precisa receber receita para a Portuguesa conseguir pagar o seu passivo e construir um clube novo, no nosso modelo um clube vertical, para caber dentro do projeto como um todo, até porque não temos mais 90 mil sócios. Não temos nem mil sócios que estão pagando. A Portuguesa é futebol e temos que fazer tudo para o futebol”, afirmou.

As mudanças nas diretorias da Lusa nos últimos anos atrasaram o projeto de Antonio Carlos Castanheira, que, agora na presidência do clube, espera dar sequência à tão sonhada arena.

“Agora eu espero retomar, mas tivemos outro problema que foi a pandemia. As reuniões que estavam marcadas para o primeiro semestre [do ano passado] para definir isso, foram empurradas para março ou abril [deste ano], mas ainda tenho os processos das trabalhistas para resolver”, concluiu.

Assista à entrevista completa com Antonio Carlos Castanheira:

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