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Presidente da Portuguesa explica criação de grupo para gerir o futebol

A menos de três meses do fim do seu mandato, Alexandre Barros convocou ex-dirigentes para novo projeto

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Foto: Lucas Ventura/NETLUSA

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Além de comentar sobre a disputa da Série A2, o presidente Alexandre Barros também explicou nesta quarta-feira sobre a criação de um grupo para gerir o futebol do clube.

“Eu, particularmente, convoquei alguns ex-dirigentes dos últimos dez anos para a gente fazer o básico: formar uma comissão e um elenco para que o próximo presidente possa ter uma base”, disse.

O mandatário lusitano revelou que diversas pessoas que passaram pela diretoria da Portuguesa foram chamadas, até mesmo que não teve muito sucesso à frente do futebol.

“Montamos uma comissão de pessoas que passaram pelo clube e que sabem as dificuldades. Alguns que tiveram êxito, outros, resultados adversários. Pegar um que foi rebaixado da A1 para A2, outro da C para a B, e saber o que fazer para não cometer os mesmos erros. A gente está objetificando uma receita possível para o ano que vem, com condição de ter parte desse elenco montado”, afirmou.

“Essa junta, se o Alexandre for reeleito, vai dirigir o futebol os três anos. Eu registro isso em cartório. Não estou fazendo essa comissão política. É apolítica”, declarou.

“Eu participo das reuniões, mas não tomo as decisões. Só assino até 31 de dezembro. Foram colocados nomes em pauta e perguntado para mim. Eu disse que não quero dar opinião. É um grupo”, complementou.

O grupo vem se reunindo semanalmente. No entanto, nos últimos dias sofreu uma baixa por conta da saída de três nomes: Roberto dos Santos, Fabio Torrico e Cássio.

Contra a antecipação da eleição?

Alguns conselheiros da Portuguesa eram favoráveis à antecipação da eleição do clube. Assim, o próximo presidente teria tempo para formar um time para a Série A2. Barros citou o estatuto para explicar o seu ponto de vista.

“Não sou contra. Se você pegar a minha entrevista ao Estadão, eu digo que sou favorável à antecipação das eleições, mas não sou favorável a rasgar o estatuto. Isso é complicado. Abriria possibilidades de ter pessoas que vão à Justiça”, explicou.

Indagado se poderia ter renunciado ao cargo de presidente para agilizar o processo, Barros foi enfático:

“Lógico que não pensei [em renunciar]. Não entrei para isso. Meu mandato acaba em 31 de dezembro. Isso aconteceu comigo quando eu entrei. A pessoa que renúncia é porque tem problema. Eu não tenho problema nenhum para ter que renunciar. Vou cumprir o meu mandato”, concluiu.

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