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O CEO da SAF da Portuguesa, Alex Bourgeois, publicou uma coluna no site MKTEsportivo na qual analisa os bastidores da partida contra o Corinthians pelas quartas de final do Campeonato Paulista. O dirigente utilizou o jogo, disputado no estádio do Canindé e decidido nos pênaltis após empate no tempo normal, para discutir decisões estratégicas relacionadas à gestão e ao posicionamento do clube.
No texto, Bourgeois afirma que a divisão igual da carga de ingressos entre as torcidas ocorreu após avaliação estratégica da operação. “Decidir dividir o estádio meio a meio foi outra coisa: uma escolha estratégica, consciente e cheia de significado para quem olha o esporte como negócio”, escreveu. Segundo ele, o clube tratou a realização da partida como um produto de grande alcance.
O executivo também detalhou os desafios logísticos do evento. “Setores claramente definidos, fluxos separados, policiamento reforçado, controle de acesso rigoroso e uma experiência pensada como evento, não apenas como partida de futebol”, afirmou. Para Bourgeois, decisões desse tipo influenciam a percepção do mercado sobre a capacidade de organização do clube.
Na avaliação final, o dirigente apontou que o confronto representou um teste importante para a estrutura e para a marca da Portuguesa. “A mensagem que ficou foi clara: a Portuguesa não se apequenou diante do Corinthians. Não se escondeu. Tratou o jogo como ensaio do futuro”, escreveu o CEO da SAF da Lusa.
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