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O vice de futebol da SAF da Portuguesa, Tadeu Oliveira, explicou no Lusa SAF Day a filosofia de contratações adotada desde que ingressou no clube no fim de 2024. Para o dirigente, o modelo se diferencia pela busca de sustentabilidade financeira em vez de contratações voltadas apenas ao desempenho esportivo imediato.
“A gente não contrata jogador só pra dar alegria pra torcida, mas montar um negócio que tivesse continuidade. Nós temos que fazer futebol com razão e não com emoção. Todo jogador que contratamos tem um propósito: dar retorno esportivo e ao mesmo tempo trazer receitas”, afirmou Tadeu, que completou: “Nós não analisamos só o nome do jogador, a reputação, o histórico, mas o que ele pode trazer de retorno para o clube.”
O dirigente citou três exemplos recentes. O atacante Renan Peixoto foi contratado do futebol austríaco por 60 mil euros — cerca de R$ 351 mil na cotação atual — e vendido ao Athletico-PR por 800 mil euros, aproximadamente R$ 4,6 milhões, com a Lusa mantendo 30% dos direitos. O atacante Jajá Silva chegou sem custos e rendeu R$ 1 milhão na transferência do Goiás para o Remo, com a Portuguesa retendo 10% do atleta. Mais recentemente, o atacante Renê, também adquirido sem custos, foi emprestado ao Vitória por R$ 700 mil, com cláusula de compra de 1 milhão de euros — cerca de R$ 5,6 milhões — por 50% dos direitos.

Os três negócios ilustram a lógica defendida por Tadeu: contratar jogadores com potencial de valorização, extrair retorno esportivo e monetizá-los no momento certo, garantindo receita e percentuais futuros para o clube.
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